Você conhece alguém que pede nota fiscal de enterro?
Ou nota fiscal da mensalidade do serviço de Pax?
Agora imagine uma empresa que faz 150 enterros por mês a uma média de R$ 2 mil e tem 50 mil clientes pagando por baixo R$ 50 mensais.
Sabe o que isso significa em um ano?
Um faturamento bem acima dos 33 milhões de reais.
Isso calculando, bem por baixo, só esses dois serviços.
E imagine esse faturamento beneficiado por tributação subdimensionada.
Seria a explicação por que certas empresas do segmento se esforçam tanto em comprar seus concorrentes, construir cemitérios, expandir para outros estados, abrir farmácias e também clínicas para competir com planos de saúde.
Por mais incrível que possa parecer, é um negócio altamente rentável graças ao pouco monitoramento fiscal.
Talvez por ser um segmento “meio sombrio” afugente fiscais.
Mas nos bastidores comenta-se que vem fiscalização pesada aí e os dias de alta rentabilidade estão contados.
Destaques
- TCE-MS inspeciona 500 veículos do transporte escolar e acompanham contratos de R$ 60 milhões
- Alerta emergencial mobiliza busca por bebê de 28 dias desaparecida em Campo Grande
- Novo rico do PT! Patrimônio de Fábio Trad aumenta 55% em 4 anos e chega a R$ 3,67 milhões
- Bebê de 21 dias some, pai nega envolvimento e polícia procura a criança
- Relatório revela domínio e avanço do PCC nos presídios de MS
- Procurado! Apos polícia divulgar foto, suspeito de matar comapos polícia panheira se entrega
- DEPCA pede bloqueio de redes sociais sem controle após morte de adolescente
- Justiça mantém decisão que leva assessor do TCE a júri popular por morte de pescador

