Parece que os políticos que ao se elegeram fazem “transfusão” de DNA. A metamorfose é imediata, perceptível pelo modus operandi. Uma certa parlamentar do Estado que atua em Brasília e que agora aparece “mordendo” na CPI, curiosamente, vem se “destacando” pela ação obtusa investida nos depoentes. Isso seria a “fina flor” da lisura. Mas entre o oportunismo casual e a prática vergonhosa existe um vácuo imenso. Basta olhar na lista de funcionários contratos e pendurados em seu gabinete que facilmente se nota aqueles “fantasminhas camaradas” recebendo sem trabalhar a custa do povo, além de acusação de prevaricação e improbidade administrativa. Vai vendo!
Destaques
- Tempestade provoca quase 6 mil descargas elétricas e causa transtornos em Campo Grande
- Soraya Thronicke pode ter de ressarcir R$ 4,8 milhões após parecer da PGR
- Pau na pilantragem! Rede criminosa de furto e revenda de motos cai com cinco ladrões presos
- Caso do fiscal morto: parentes citam conflito por imóvel e pedem que Bernal vá a júri popular
- Atendimento em risco: Sesau exige plano emergencial da Santa Casa para conter crise
- Megaapreensão na fronteira: carga química para refinar 40 toneladas de cocaína é interceptada
- Direto da fonte!
- Paralisação de professores afeta 110 mil alunos da REME em meio ao período eleitoral
