Foi-se o tempo que a expressão acima servia para definir um grupo de pessoas envolvidas na realização de um evento.
Nos bastidores da comunicação e do marketing, hoje ela serve para definir o percentual repassado “extra-oficialmente” a quem aprova orçamentos.
Essa prática virou uma forma de aumentar o salário nos ambientes dos maiores realizadores de eventos ao consumidor.
O problema é que o jogo combinado já é de conhecimento geral, e gestores podem ser responsabilizados por fazerem vistas grossas.
Quem corrompe só faz isso para garantir trabalhos constantes, diante da fraqueza de caráter dos contratantes.
Nem dá pra dizer que é olho grande.
Dica: Se oriente.
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