Dados divulgados pela SES (Secretaria Estadual de Saúde) revela que, em sete dias, Mato Grosso do Sul registrou mais 1.109 novos casos de dengue, totalizando, somente neste ano, 3.632 casos, sendo duas mortes confirmadas e mais duas em investigação. Crianças e jovens entre 10 e 29 anos seguem sendo maioria dos casos prováveis de dengue, assim como as mulheres, com 51,9% dos casos prováveis durante o período de 19 a 25 de fevereiro. A Capital registrou 4% dos índices apresentados pela pasta, sendo 308 casos confirmados por exames laboratoriais. Os resultados normalmente são liberados entre dois a cinco dias, dependendo da demanda. O levantamento aponta que o Estado continua na décima posição entre os estados com maior incidência de dengue em todo o Brasil. No documento, 31 municípios estão em alerta crítico da doença provocada pelo Aedes aegypti: Batayporã, Bodoquena, Jaraguari, Bonito, Corumbá, Ladário, Alcinópolis, Caracol, Figueirão, Itaporã, Sidrolândia, Bela Vista, Antônio João, Cassilândia, Miranda, Guia Lopes da Laguna, Rio Verde de Mato Grosso, Jardim, Maracaju, Ivinhema, Água Clara, Três Lagoas, Rio Negro, Vicentina, Brasilândia, São Gabriel do Oeste, Juti, Laguna Carapã, Angélica, Sonora e Bataguassu. A doença é transmitida pelo vetor, o mosquito Aedes aegypti. A principal forma de combate é com a redução dos focos de reprodução do inseto, que também é transmissor de outras doenças como a zika e chikungunya.
Destaques
- De Canela! Operação encontra remédios vencidos e terapia hormonal irregular. Vai vendo!
- Dia dos Namorados deve impulsionar comércio com expectativa de R$ 356 milhões
- De novo ele! Pollon destina emenda pata financiar filme sobre Bolsonaro
- Consórcio liderado por empresa na Capital vence etapa para operar a Lotesul
- PEC da maioridade penal reúne apoio de deputados de MS
- Grande ideia! Projeto de Pollon que libera o FGTS para comprar armas passa em Comissão
- Governo federal lança pacote bilionário para enfrentar facções e reforçar combate nas fronteiras
- Disputa inédita quebra ciclo de quatro décadas de “ex-donos” da Fecomércio-MS

