Depois de sucessivas tentativas de melar a eleição de uma entidade que esteve, por décadas, subordinada aos interesses de um mesmo grupo — digno de fazer inveja a Fidel Castro pela longevidade no poder —, a posse da nova diretoria e a possibilidade de uma auditoria já causam estremecimento no setor. O clima vai do pânico ao puxa-saquismo descarado.
Com orçamento superior ao de muitos municípios de Mato Grosso do Sul, a perspectiva de abrir a “caixa-preta” da entidade está tirando o sono dos déspotas que habitaram o local como verdadeiros ratos de porão. Nos bastidores, ex-habitués bon vivants do submundo local prometem sabotar mudanças, mas a blindagem parece robusta.
Há ainda um detalhe nada pequeno: praticantes da eterna ocupação de entidades análogas rondam o ambiente como hienas esfaimadas, de olho, nem que seja, nas migalhas.
Vexatório. Vai vendo!

