Passar a perna, dar um perdido, tapear, enrolar. Há candidato iludido até agora, acreditando que será, de fato, uma segunda opção na disputa por uma das vagas ao Senado Federal por Mato Grosso do Sul.
O moçoilo parece acreditar mesmo que as raposas da política local deixariam um burguês, recém-chegado à vida pública e ainda com jeito de aventureiro, conquistar um cargo dessa envergadura assim, de repente, chegando agora ao pedaço.
Claro que não.
A costura para eleger os dois senadores — políticos experientes e com trânsito nos bastidores do poder — já teria passado pelo governo federal, incluindo tratativas para garantir bilhões de reais em investimentos e aportes no caixa estadual.
Na política, especialmente quando o jogo envolve poder e bilhões, ingenuidade costuma custar caro.
O sistema é bruto. E, nesse jogo, quem chega achando que vai levar a melhor pode acabar descobrindo que já estava sendo passado para trás.
Eu não gostaria nem de te contar…
Vai vendo!
