O clima azedou entre candidatos proporcionais do PL em Mato Grosso do Sul. Nos bastidores da campanha, a informação é de que os postulantes foram avisados de que o repasse inicialmente esperado do Fundo Eleitoral deverá sofrer um corte de 50%.
Se a tesoura for confirmada, muita conta terá de ser refeita no meio da corrida: menos dinheiro significa revisão de estrutura, material, equipe e estratégia de campanha.
O curioso é que o aperto ocorre justamente no partido que ficou com a maior fatia do Fundo Eleitoral no País: R$ 881,7 milhões.
Para quem montou campanha contando com determinado valor e agora poderá receber apenas a metade, resta atualizar a planilha, reduzir as expectativas e recorrer à velha pergunta de Drummond:
E agora, José?
A campanha continua. O dinheiro, pelo visto, pode não acompanhar no mesmo ritmo.
Vai vendo!

