Segundo o site Midiamax, o magistrado homologou o processo de recuperação judicial da Rede de Farmácias e, do total de R$ 40 milhões em dívidas, R$ 421 mil são de encargos trabalhistas, enquanto o restante é para os fornecedores e outros. O grupo já vinha há seis anos neste processo de recuperação, sendo que em janeiro de 2015, por temer a falência, ingressou com o pedido. No dia 15 de junho deste ano, durante assembleia-geral, o plano de recuperação foi aprovado.
O Grupo esperava a aprovação dos credores para dar início aos pagamentos e a proposta aguardava desde então homologação do juiz, que saiu nesta quinta-feira (28). O procedimento ganhou um novo plano em 2019, com os advogados Carlos Alberto Almeida de Oliveira Filho, Felipe Gonçalves Calvoso e Thiago de Almeida Inácio. Segundo Carlos Almeida, foi deliberado, por maioria, a aprovação do plano apresentado pelo escritório.
Ao avaliar a proposta, o juiz considerou que a exigência de apresentação de certidões negativas de débitos fiscais atualizados nos processos de recuperação judicial de empresas, não pode servir de motivo ao indeferimento do plano aprovado pelos credores.
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