Certo vereador que está “livre” mas argolado, respondeu para um dos seu tutores políticos que o melhor a se fazer nesse momento não é renunciar ao cargo. Isso seria uma confissão de culpa das diversas falcatruas imputadas a ele realizada com dinheiro público numa cidade próxima a Capital. O nocivo homem público traçou a estratégia de pedir licença por 120 dias com possibilidade de renovar por mais 120. Uma decisão “salomônica” que daria tempo para “arrumar” a vida do cabra junto à Justiça. A ordem agora é sumir da Câmara e da mídia. Realmente, DNA de político tem que ser estudado. Vai vendo!
Destaques
- Aporte de R$ 4 milhões à Santa Casa deve ser liberado em até 15 dias
- Campanha pífia não faz Fabinho reagir, e Riedel mira vitória no 1º turno em MS
- Sem carteira assinada: vítimas de desabamento estavam irregulares, diz MPT
- MS chega a 66% das crianças alfabetizadas na idade adequada
- MPMS quer manter condenação que obriga donos do Consórcio Guaicurus a recuperar área degradada
- PF aponta MS como base logística de grupo investigado por tráfico internacional
- Guerra entre PCC e CV espalha violência e já soma mais de 100 mortos em MS
- Cinco mortes em menos de 12 horas fecham feriadão trágico nas rodovias de MS

