Certo vereador que está “livre” mas argolado, respondeu para um dos seu tutores políticos que o melhor a se fazer nesse momento não é renunciar ao cargo. Isso seria uma confissão de culpa das diversas falcatruas imputadas a ele realizada com dinheiro público numa cidade próxima a Capital. O nocivo homem público traçou a estratégia de pedir licença por 120 dias com possibilidade de renovar por mais 120. Uma decisão “salomônica” que daria tempo para “arrumar” a vida do cabra junto à Justiça. A ordem agora é sumir da Câmara e da mídia. Realmente, DNA de político tem que ser estudado. Vai vendo!
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Campo Grande, MS, 31/08/2025, 11:42