Quase 16 anos após o chocante assassinato de Eliza Samudio, o caso voltou a ganhar destaque nos primeiros dias de 2026. Na segunda-feira (5), um homem encontrou o passaporte da modelo em um apartamento que aluga em Portugal.
Em entrevista ao Portal LeoDias, o descobridor do documento revelou que o passaporte estava guardado em uma estante, entre livros. O documento já foi entregue ao Consulado-Geral Brasileiro em Lisboa.
O homem, que preferiu manter sua identidade em sigilo, expressou sua perplexidade: “Quem seria capaz de entrar no país com o passaporte de uma pessoa que está morta?”
Ele enfatizou que prefere deixar a investigação a cargo das autoridades para evitar injustiças. “Posso estar falando algo que prejudique alguém que não tem nada a ver. Prefiro que investiguem como esse passaporte foi parar naquela casa,” afirmou.
Ele também demonstrou preocupação com o filho e a mãe de Eliza, questionando como receberiam a notícia. Além disso, levantou a possibilidade de que a modelo pudesse estar viva, apesar da confissão do goleiro Bruno sobre sua participação no crime. “Acredito que ninguém teria coragem de usar o passaporte de alguém que morreu, a não ser que estivesse envolvido no crime,” disse ele, ressaltando a gravidade do caso.
O portal informou que o passaporte foi carimbado uma única vez, em 5 de maio de 2007, quando Eliza entrou em Portugal, mas não apresenta data de saída. No entanto, há evidências de que a modelo estava no Brasil após essa data, e o crime ocorreu em solo brasileiro.
