Certa parlamentar de MS, que se envolveu em uma confusão em agosto do ano passado e foi acusada de ter agredido um colega — que afirmou ter tido as partes íntimas atingidas — durante a evacuação da Mesa Diretora, após a invasão por parlamentares da direita, estaria, segundo relatos, sofrendo certa interferência do presidente da Casa.
Depois de livrá-la do Conselho de Ética, a cada manifestação mais enérgica dela surgiria uma espécie de “represália”, com lembranças de que ele teria aliviado a situação anteriormente.
Caso isso realmente esteja ocorrendo, poderia essa conduta ser classificada como chantagem?

