Na noite desta terça-feira (31), durante o ato de filiação do deputado federal Dagoberto Nogueira ao Partido Progressista (PP), a senadora e presidente da sigla em Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina, confirmou que a legenda não terá candidato próprio ao Senado nas eleições.
Ao lado do governador Eduardo Riedel, a líder partidária afirmou que a estratégia será acompanhar a definição do campo da direita, com apoio à candidatura de Reinaldo Azambuja, além de um segundo nome ainda em discussão.
“O nosso candidato para senador é o Reinaldo Azambuja e ainda tem uma discussão sobre quem será o segundo candidato do nosso campo, da nossa aliança”, declarou.
Sobre a formação da federação com o União Brasil, Tereza Cristina destacou o desafio de consolidar uma chapa única, considerando o grande número de pré-candidatos nas duas siglas.
Com o objetivo de ampliar o número de eleitos, a federação busca alianças com partidos de direita, como PL, Republicanos e possivelmente o PSDB. Segundo a senadora, a prioridade é estruturar uma chapa competitiva para fortalecer a eleição majoritária e proporcional.
“O nosso maior desafio é montar uma chapa competitiva para que possamos eleger o nosso governador, ter aí os nossos candidatos a deputados federais eleitos e os nossos candidatos estaduais. E como nós não temos senadores, temos uma ampla aliança com outros partidos, com o PL, com os Republicanos, talvez com o PSDB. Com essa aliança também, elegemos o maior número possível de candidatos a deputados estaduais, federais, governador, senador”, afirmou.
Questionada sobre as expectativas para o pleito, a senadora disse que o PP trabalha para eleger ao menos dois deputados federais, com possibilidade de um terceiro, a depender da composição final da chapa. Para a Assembleia Legislativa, a meta é conquistar seis cadeiras.

