A dança das cadeiras de determinado órgão dito “fiscalizador” está rolando de forma frenética nos bastidores do Poder. Como a bola da vez está quase encaçapada por problemas, digamos, de ordem criminal, os nobres querem “abocanhar a boquinha”. Mas a indicação, já manifestada publicamente, deixa uma interrogação para ser digerida. O postulante já foi condenado por improbidade e aguarda agora a decisão de recursos. Poderia ele fiscalizar uma vez que não passou na fiscalização?
Destaques
- Construtora recorre à Justiça e alega ter sido retirada à força de obra bilionária do Aquário do Pantanal
- TJMS avalia retomada de bloqueio milionário para garantir atendimento na Santa Casa
- Como não chegaram a Deam, denúncias de assédio na Polícia vão agora também ao MPE
- Riedel entrega propostas do agro a Flávio e reforça apoio à pré-candidatura presidencial
- Fiscalização dará 15 dias para limpeza de terrenos irregulares. Os dos ricos também?
- Gestão com indicadores positivos impulsiona projeto de reeleição de Riedel
- Suspeito apresenta versões conflitantes, é preso e morte de subtenente pode ser feminicídio
- Agetran: Ex-superintendente da PRF vai assumir a gestão do trânsito na Capital

