Se hoje a mídia nacional está envolta a prisão do Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente e que gerenciava um esquema de funcionários nomeados na AL do RJ e que devolviam dinheiro do salário aos chefe, vale lembrar que a prática é antiga. Nos mandatos anteriores do parlamento daqui, a prática era “institucionalizada”. O argumento: pagar mais gente para trabalhar para os deputados. Pois é. Mudaram a cachorrada mas o coleira é a mesma! Vai vendo!
Destaques
- Umidade baixa: Área queimada no Pantanal dispara 770% e coloca MS em alerta!
- STJ manda reincluir empresas em ação que apura rombo de R$ 22 milhões na tapa-buracos da Capital
- Lei sancionada! Mulheres ganham direito ao porte de spray de pimenta para autodefesa
- MP suspeita que Neno Razuk fugiu do país e aciona a Interpol. Vai vendo!
- STJ transforma Jamal e mais três em réus por suposto desvio em contrato do Samu
- Menos com mais! TCE dá aval para Capital corrigir salários de servidores que ganham abaixo do mínimo
- Violência sexual sem freio: MS mantém uma das maiores taxas de estupro do país
- Riedel entrega licença ambiental para fábrica de celulose da Bracell em Bataguassu