A dança das cadeiras de determinado órgão dito “fiscalizador” está rolando de forma frenética nos bastidores do Poder. Como a bola da vez está quase encaçapada por problemas, digamos, de ordem criminal, os nobres querem “abocanhar a boquinha”. Mas a indicação, já manifestada publicamente, deixa uma interrogação para ser digerida. O postulante já foi condenado por improbidade e aguarda agora a decisão de recursos. Poderia ele fiscalizar uma vez que não passou na fiscalização?
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