
Eles ainda usavam laranjas para fazer transferências bancárias, registrar e transferir imóveis, veículos e até aeronaves. As vítimas eram pessoas com doenças graves, moradores de rua e principalmente usuários de drogas.
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E A LAMA ASFÁLTICA? BRASÍLIA MANDOU PARAR?
Operação Lama Asfáltica que é considerada uma das maiores operações contra a corrupção em Mato Grosso do Sul está literalmente parada na Superintendência da Polícia Federal de MS, na Controladoria Geral da União e no Ministério Público Federal e na Justiça Federal do Estado.
Órgãos que há dois anos trabalharam a todo vapor e hoje nem lembram mais que isso existe.
Vale lembrar que Puccinelli esteve recentemente reunidos com o presidente Temmer, será que a ordem partiu de lá?
O esquema de desvio de recursos públicos, principalmente durante as administrações do ex-governador André Puccinelli de 2007 a 2014 e tem como dois principais envolvidos o empreiteiro João Amorim e o ex-deputado Federal, Edson Giroto, ligados estritamente a Puccinelli, pode ter gerado um prejuízo aos cofres públicos de R$ 2 bilhões de reais.
Pois é, desde julho do ano passado, os agentes da PF não apresentam nenhuma novidade sobre o caso. As últimas foram contra o staff de primeiro escalão do ex-governador, dando a impressão de que os tentáculos da investigação chegariam a André Puccinelli em breve, assim que os dados e documentos levantados começassem a ser decifrados.
No entanto, as investigações pararam e apenas Edson Giroto, homem de confiança de André, que ocupou cargos estratégicos em sua administração, continua atolado até o pescoço nas provas até agora levantadas, sendo preso por três vezes.
Além dele, o empreiteiro João Amorim e o empresário João Baird também são investigados na Lama. Os dois tinham ligações estreitas com Puccinelli, ao ponto de o ex-governador usar o avião do segundo em várias ocasiões quando era governador.
Porém, ao invés de focar no assunto, a PF resolveu desviar, estranhamente, a atenção para outros casos, como o da “Operação Licitante Fantasma”, que, conforme o delegado da Polícia Federal Cleo Mazzotti e do superintendente da CGU (Controladoria Geral da União), José Paulo Barbieri, analisou e investigou as licitações feitas no período de 2011 a 2014, sendo que as investigações iniciaram oficialmente em 2013. Quatro anos depois, a operação foi deflagrada, cumprindo quatro mandados de busca e apreensão.