MONITORAMENTO DE JORNALISTA – Segurança, intimidação ou ameaça?

Durante dois dias a sede onde funciona o Blog do Nélio, foi vigiada por dois homens em dois carros diferentes.

A incursão começou na terça-feira, 11/07, quando um homem chegou até o portão perguntando se no local tinha alguém dono de um utilitário que teria batido no carro dele.

Até aí, tudo dentro da normalidade, fez algumas perguntas e partiu em direção de comerciantes na região.

O fato é que nesse dia, esse homem, juntamente com outro, utilizavam um Volkswagem Golf prata placas HTD XXXX (foto acima) que permaneceu por algumas horas nas redondezas.

Curiosamente, pelas placas anotadas, esse mesmo carro foi, por coincidência ou não, utilizado por agentes do Gaeco quando foram até a Câmara Municipal em 22 de outubro de 2015 onde uma equipe apreendeu celulares de vereadores e do prefeito à época, Alcides Bernal.

Os dois “agentes” retornaram no final do dia já com um carro Volkswagem Cross Fox de placas EIQ XXXX e permaneceram no local por cerca de uma hora.

Não contentes em fotografar e filmar o movimento, retornaram na quarta-feira (12/07) durante a manhã, já com o mesmo Golf. Desceram do carro e tomaram tereré durante a manhã toda.

Ora, não há explicação para esse tipo de atitude, lembrando fatos recentes vemos que as ações que o Procurador Geral do Ministério Público, Paulo Passos, e sua esposa também Procuradora, Jaceguara Dantas, e a coordenadora do Gaeco, Cristiane Mourão, movem contra o Blog e seu titular são de cunho pessoal.

Não é a instituição autora das ações e sim a Associação dos Membros do Ministério Público.

Portanto, se alguém mandou agentes públicos para intimidar o jornalista que comanda a página na internet cometeu alguns erros.

Não vai conseguir intimidar nem calar o Blog do Nélio, usando métodos heterodoxos.

Usar a estrutura pública para fins pessoais é crime.

Vale lembrar que a ação dos emissários foi devidamente fotografada e estarão compondo medidas judiciais que já estão sendo tomadas.

Vamos exigir que o MP abra procedimento sobre o episódio e vamos ainda denunciá-lo em instâncias superiores.