Assessora de assessor segue o chefe, falta serviço e vai à folia. E você contribuinte, paga a conta!

Rejane Monteiro, Carlos Assis e esposa, e Assis com Rejane

O assessor especial do governador Reinaldo Azambuja e ex-secretário de Administração, Carlos Alberto de Assis, é realmente um verdadeiro folião.

Além de se ausentar de suas funções na governadoria para curtir o Carnaval no Rio de Janeiro sem justificativa, deu para sua assessora, Rejane Monteiro, a mesma mordomia sem lembrar que o povo é quem paga o salário do servidor público.

Rejane, a exemplo do chefe, “abandonou” a governadoria na terça-feira dia 26 e apareceu nessa sexta-feira (08-03) para “trabalhar” por volta das 16h.

O destino de Assis todo mundo já sabe; a folia carioca com direito a escola de samba Salgueiro e camarotes vips como o Rio Esplêndido.

O assessor não economiza e gosta de desfilar o ego. Faz questão de mostrar sua odisseia pelo Rio publicando diversas fotos no Instagram.

Que mal tem nisso? Tem dois. Se a conta for paga pelo contribuinte, é grave. Se a ausência for descontada, também é grave, se ausentar do trabalho sem autorização do chefe pode dar exoneração.

Será que o governador Reinaldo liberou?

Carlos Alberto recebeu no seu último contracheque a bagatela de R$ 30.741,97 mil reais. Caso se desconte os seis dias de folia, o assessor terá desconte de perto de R$ 6 mil.

Já Rejane postou no seu Instagram fotos com crianças em praia nordestina, alguns arriscam que o lugar é Maceió, capital de Alagoas.

É bom lembrar que o salário de moça é de R$ 6.500,00 e ela não é concursada, foi nomeada pelo chefe e amigo Assis.

Ora, se ausentar do trabalho sem justificativa vale, no mínimo, o desconto dos dias faltosos.

Para um trabalhador normal, faltas injustificadas, dependendo do caso, pode gerar até a demissão.

Mas, para o assessor e sua assessora, o que vai dar ainda não sabemos. Mas estaremos acompanhando de perto.

Como justificar o injustificável?

A justificativa de descontar no salário os dias de folia não basta. Quando um servidor deixa de trabalhar, um outro faz o serviço dobrado, não é mesmo.

Você contribuinte, que está pagando essa mordomia, vai fazer o que?

Tá na hora de moralizar o serviço público de forma retilínea.  Esses abusos tem que acabar, ninguém aguenta mais tanta cara de pau.

Vai vendo!!!